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Review – Copic Multiliners

Atendendo a pedidos, começarei a fazer alguns reviews de materiais utilizados por mim. Focarei em materiais que uso na produção de TUNADO mas, eventualmente, posso colocar mais coisinhas também. Vamos começar com um review das Copic Multiliners.

 

Nos últimos anos tenho utilizado canetas técnicas descartáveis, conhecidas como “caneta nanquim descartável” para arte-finalizar meus desenhos. São práticas, não fazem sujeira, e não custam (muito) caro.

 

Mel finalizada com Copic Multiliner SP e Drawing Pen

Mel finalizada com Copic Multiliner SP e Drawing Pen

Elas dão muito controle ao traço e permitem o uso de réguas, gabaritos e curvas francesas, permitindo um traço preciso e limpo. Apesar de terem uma espessura fixa, estão disponíveis em vários tamanhos, garantindo uma variedade boa na grossura do traço. Isso é importante para o desenho ficar fluido e orgânico. Os cenários de TUNADO são todos feitos com essas canetas.

 

Contudo, elas acabam, criando a necessidade de comprar uma nova. Pontas que danificam também são um problema que inutiliza o material, a não ser que você use para dar algum efeito descoberto por conta do dano à ponta de feltro.

 

Apesar de não terem o traço orgânico e elegante de uma pena ou pincel, essas canetas têm uma portabilidade grande, permitindo que leve seu trabalho aonde for (de preferencia um lugar quase tão adequando quanto seu estúdio) e até mesmo uma maior velocidade, pela ausência da necessidade de ficar recarregando a tinta na ponta, fora o fato de evitar riscos de derrubar tinta sobre o desenho. (apesar de eu já ter visto algumas delas vazarem…)

 

Copic Multiliner Descartáveis

Surgem então as Multiliners da COPIC. A princípio, elas possuem as mesmas qualidades e defeitos das canetas descartáveis. A diferença é a tinta à prova dos marcadores COPIC, permitindo que se faça a arte final antes de colorir com os mesmos, sem que o traço borre. A linha possui uma grande variedade de espessuras e ainda versões “brush”, com pontas de feltro macias que parecem pincéis, com 2 tamanhos diferentes.

 

Além da linha descartável, a COPIC possui também as Multiliner SP. Com corpo de metal, elas são RECARREGÁVEIS e suas pontas podem ser SUBSTITUÍDAS se danificadas. Um fator importante para as “brushpen”, cuja ponta de feltro tende a desmanchar devido ao atrito com as fibras do papel, fazendo o traço perder precisão depois de algum tempo.

 

Copic Multiliner SP

O valor das SP é elevado, mas suas cargas custam mais barato que a grande maioria das “nanquim descartáveis”. Com bastante cuidado, as pontas duram bastante e só haverá necessidade de substituí-las em raros casos. O custo-benefício é muito bom.

 

Para completar, a COPIC ainda lançou a Multiliner Drawing Pen. Trata-se de um tipo de caneta tinteiro, que utiliza uma pena de desenho ao invés de uma de caligrafia. Também é recarregável, mas tem o mesmo “feeling” de uma pena de desenho tradicional. É uma pena fina, dura, com leve variação de traço, mas bem orgânica. Como tem a carga atrás, dispensando a necessidade de ficar molhando a pena na tinta, deixa o trabalho mais veloz. E evita o risco de acidentes.

 

Copic Multiliner Drawing Pen

O único aspecto negativo é o fluxo lento de tinta. Se desenhar com muita velocidade, o traço fica cinza ou falha. Com um pouco de paciência, consegue-se um belo traço. Além disso, a tinta não tende a secar se ficar muito tempo parada. Tenho usado ela em períodos de menos de uma semana, para evitar secagem que causa entupimento, que é comum em canetas tinteiro, mas até agora não deu problema algum.

 

Vale cada centavo e eu indico com certeza!

26 março, 2013   0 Comentários

Renato pronto pra correr

Renato pronto para correr.

Continuando a série com o novo visual dos personagens, mais cool.

Nanquim sobre papel e tons de cinza digitais

Nanquim sobre papel e tons de cinza digitais em Photoshop

Acompanhe as aventuras de Renato, Daniel e Mauricio acelerando em Tunado, nas páginas do almanaque Ação Magazine

26 janeiro, 2013   0 Comentários

Cupê Mal-Assombrado da Corrida Maluca Colorido com Copic Markers

Ultimamente estive estudando sobre Kustom Kulture, ou Kultura Kustom. Customização consiste em pegar algo que se pode comprar, um produto massificado, e transforma-lo em algo único, singular. O “movimento” surgiu nos Estados Unidos na década de 50 ao redor dos mecânicos e artistas que construíam e pintavam carros e motos, bem como as roupas, os cortes de cabelo que usavam e a música que ouviam. É considerado por alguns o embrião da Contra Cultura dos anos 60.

Tatuagem, Pin Ups, motos e carros customizados, também conhecidos como o Hot Rods e Choppers respectivamente, tudo isso ao som do então recém nascido Rock N Roll. A Kustom Kulture respira rebeldia, adrenalina e muita diversão. É, por muitos, considerado uma forma de arte por si só, com todas as suas vertentes e estilos. Pin Strips decorando carros e motos, desenhos de monstros, caveiras e criaturas bizarras, entre outros temas tatuados por todo o corpo. A extensão do movimento é de perder de vista.

E muito disso permaneceu através das décadas, e eveluiu. Os Hot Rods, carros antigos envenenados, cortados, rebaixados e pintados para se tornarem maquinas singulares e, as vezes, arrepiantes, ainda rodam pelas ruas e são presença garantida em eventos de carros tunados, sempre chamando atenção. O próprio tuning é descendente deste movimento.

Foi pensando nisso que fiz esta imagem, o Cupê Mal-Assombrado da Corrida Maluca colorido com Copic Markers. Também conhecido como Cupê  Maldito (Creepy Coupe no original), competia no famoso desenho da Hanna Barbera nos anos 60/70, A Corrida Maluca (Wacky Races no original). Um autêntico Hot Rod, assustador como muitos temas retratados nos trabalhos de Kustom Kulture. Esta é a versão colorida com marcadores Copic deste outro desenho aqui.

Adicionei alguns elementos e meu estilo, colocando o carro e a prórpia Kustom Kulture sobre um prisma pessoal.

E não deixem de vistar a página do Tunado no Facebook.

Abraços.

1 dezembro, 2012   0 Comentários

Daniel pronto pra correr!

Daniel pronto pra correr, queimar borracha e deixar os adversário para trás.

Pronto pra correr

Pronto pra correr

Acompanhe as aventuras de Daniel Kawasaki nas páginas da Ação Magazine. Curta a página da revista no Facebook.

13 novembro, 2012   0 Comentários

Belair 1956 de Leonardo Castilho

Mais um belo trabalho de Leonardo Castilho.

Chevrolet Belair 1956 Leo Castilho

Conheci o Leonardo a alguns anos atrás, em 2007 se não me engano, quando visitei a Xtreme Motorsport. Na época ele trabalhou no stand da Discovery Channel, canal por assinatura que trouxe ninguém mais ninguém menos que Chip Foose, famoso designer de carros, dono da Foose Design e apresentador do famoso programa Overhaulin’, estava presente.

Na época o rapaz já mandava bem. Passei a acompanhar seu trabalho pelo Orkut e depois pelo seu Facebook.  É sempre inspirador ver trabalhos bacanas assim. Profissionais brasileiros que não deixam a desejar quanto a qualidade e a criatividade dos gringos que tanto admiramos.

Nós do Tunado desejamos sucesso para  Leo Cast!

12 novembro, 2012   0 Comentários

Cupê Mal-Assombrado da Corrida Maluca

Tunado não é um mangá simplesmente. É uma história em quadrinhos sobre carros, com um estilo de desenho inspirado nos mangás. Reparem, uma história sobre CARROS. Uma paixão existente desde que o primeiro veículo foi inventado. E eles sempre estiveram presentes nas mídias. Inúmeros são os carros protagonistas ou coadjuvantes no cinema, na televisão e nas histórias em quadrinhos.

Cupê Maldito da Corrida Maluca

Assim, sempre quis retratar os grandes carros que nos inspiram e nos causam admiração, e para estrear a série de carros famosos, aproveitando o Halloween da semana passada, resolvi homenagear um desenho animado e um de seus carros clássicos: Cupê Mal-Assombrado da Corrida Maluca.

Produzido pela Hanna Barbera entre 1968 e 1970, foi exibido no Brasil por anos e anos. Em algumas versões de dublagem, este carro era chamado de  Cupê Maldito. Era pilotado pelos Irmãos Pavor, Medinho e Medonhão. E, como todo carro de corrida, ele era TUNADO.

Um tipo de trailer Hot Rod meio gótico, com uma torre de castelo alá transilvânia na traseira. Quando a situação apertava, um dragão abria suas asas de dentro da torre fazendo o carro voar, e eventualmente tocando fogo em alguns competidores. Haviam também outros habitantes no trailer, como uma serpente marinha e uma bruxa, além de criaturas que nem se sabe.

Aqui dei meus toques pessoais para o visual do carango. Quanto mais TUNADO, melhor!

6 novembro, 2012   0 Comentários

50 Anos de Bond Cars

Post originalmente publicado no blog do Top Gear Brasil

No dia 5 de Outubro de 1962, James Bond fez sua estréia na tela grande com o filme 007 Contra o Satânico Dr. No, e marcou o começo de uma franquia de sucesso que criou 23 filmes, séries de TV e de rádio, quadrinhos, incontáveis produtos licenciados e, claro, tornou os “Bond cars” verdadeiras estrelas capazes de rivalizar em termos de carisma com os atores que interpretam Bond.

50 anos (e 24 dias) depois desta data marcante, Richard Hammond apresenta um especial sobre os “Bond cars”, desde o carro que Ian Fleming originalmente pensou para seu agente secreto, até chegar ao Aston Martin DB5 de Operação Skyfall.

Neste especial, Hammond entrevista alguns dos atores que interpretaram 007, além das pessoas por trás das câmeras, e mostra várias curiosidades relacionadas aos carros e às épicas manobras.

E, como é o Top Gear, eles bolaram um grande presente de 50º aniversário. Com orçamento limitado.

De todos os carros mostrados, qual o seu favorito? Deixe um comentário neste post.

Top Gear é um dos programas de carro mais famosos do mundo. Com mais de 10 anos de exibição, o humor britânico, sempre irônico e ácido, e muitas vezes mal-entendido, diverte pessoas ao redor do globo. Apresentado por Jeremy Flaterlay, James May e Richard Hammond, o programa é produzido pela BBC, emissora britânica.

Com o aniversário do agente especial mais famoso do mundo, o programa conterrâneo de automobilismo não poderia deixar de homenagear os 50 Anos de Bond Cars.

1 novembro, 2012   0 Comentários

Terceiro número de Ação Magazine já está disponível

Publicado originalmente no Universo HQ.

Desde o último sábado, dia 26 de outubro, o terceiro número de Ação Magazine já está disponível. Durante o Festival Kanzen, realizado em Recife no último final de semana, foi lançado a tão esperada terceira edição da revista da Lancaster Editorial.

Esperada pois, além de trazer as séries publicadas nas edições anteriores, neste volume estreia uma nova história e revela quem foi o vencedor do Concurso Seja O Novo, que pretende revelar talentos futuros que aparecerão na revista junto com as séries atuais.

Com a proposta de trazer ao mercado editorial brasileiro o sistema japonês de produção, a publicação procura apresentar novos personagens e ideias, com HQs que seguem o estilo dos mangás.

No almanaque, a audiência rege quem permanece e quem sai do mix da revista. As séries mais populares serão votadas pelos leitores por meio de ferramentas que medirão a popularidade, decidindo quem fica e quem dá lugar a uma nova série, abrindo espaço para novos artistas.

mix atual da Ação Magazine é composto por:

Madenka!, de Will Walbr – uma série de luta em um mundo repleto de criaturas de nosso folclore, mas que não são nem de longe inofensivas, como nos ensinaram na escola;

Expresso, de Alexandre Lancaster: uma série steampunk (ficção científica de época), em que um inventor adolescente enfrenta várias ameaças no Brasil do começo do século 20;

Jairo, de Michele Lys, Renato Csar e Altair Messias: um quadrinho esportivo sobre um adolescente que, em meio a dramas pessoais, busca a medalha de ouro no Boxe Olímpico em 2016;

Assombrado, de Petra Leão e Roberta Pares: um trio de jovens detetives em meio ao sobrenatural que se oculta em uma grande cidade;

Tunado, de Maurílio DNA e Victor Strang: rachas automobilísticos nos moldes de Velozes e Furiosos, com carros tunados e muita adrenalina.

Ação Magazine # 3 custa R$ 9,90, e os interessados podem comprar na loja virtual da publicação.

No começo deste ano, a Ação Magazine ganhou o Prêmio Angelo Agostini na categoria de melhor lançamento. Para mais informações sobre a revista, visite o site oficial.

Vale lembrar também que o desenhista de Tunado, Maurilio DNA, recebeu o prêmio de melhor desenhista na mesma edição do Prêmio Ângelo Agostini.

31 outubro, 2012   0 Comentários

Keiichi Tsuchiya dirige o Toyota GT 86

 

Neste vídeo, Keiichi Tsuchiya dirige o Toyota GT 86.

O Toyota GT 86 é fruto de uma aprceria da Toyota e da Subaru. Um compacto esportivo com um preço acessível (pelo menos para os japoneses). Seu motor boxer, instalado perto da cabine e numa altura baixa, com tração traseira, promove um bom equilibrio. Assim como seu antecessor, o AE-86 Corolla, é um carro considerado perfeito para drift por essas caracterísitcas. Logo após seu lançamento, já ganhou versões “tunadas”, preparadas para corrida e drift.

Keiichi Tsuchiya é considerado do “Drift King”, inventor da modalidade em seu país de origem, o Japão. Começou a correr nas estradas e logo passou para os circuitos profissionais, deixando sua marca e tornando-se uma lenda. Segundo ele: “Não faço drift por ser a maneira mais rápida de fazer uma curva, mas por ser a mais divertida”.

31 outubro, 2012   0 Comentários

Drift a noite na montanha.

 

Drift a notie na montanha. Isso não foi filmado no Japão e sim aqui no Brasil.

Este vídeo foi publicado no canal do Drift Show, uma das maiores, se não a melhor, equipe de drift no país. Acessem o canal, curtam a página no Facebook e aproveitem.

30 outubro, 2012   0 Comentários